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Título: Extração automática de redes de drenagem para representação de padrões de dissecação do terreno
Autor(es): Lima, Vinício Coelho
Orientador(es): Soares Neto, Gervásio Barbosa
Assunto: Denagem
Data de apresentação: 9-Dez-2017
Data de publicação: 18-Jun-2019
Referência: LIMA, Vinício Coelho. Extração automática de redes de drenagem para representação de padrões de dissecação do terreno. 2017. 27 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Geoprocessamento Ambiental)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: A variedade de algorítimos disponíveis para a extração automática de redes de drenagem a partir de MDE´s, denotam que na representação de redes de drenagens superficiais existem diferentes enfoques. O objetivo desse trabalho é demonstrar, comparativamente, a sensibilidade de algumas metodologias de extração automática de redes de drenagem na representação da dissecação topográfica do relevo. Para isso comparamos drenagens extraídas de um algoritimo de oito direções de fluxo (D8) e limiar de acumulação de fluxo calculado por uma área de contribuição fixa (Af), com drenagens geradas por um algorítimo de múltiplas direções de fluxo (MFD) e limiares de área de contribuição ponderados pela declividade local (Ad) e curvatura dos vales (Ak). Verificou-se que quanto menor a dispersão dos valores para o comprimento das vertentes L0, mais homogênea é a densidade de drenagem da rede e menor a sua conformação com as características de dissecação da área. O método que considerou a definição de uma área de contribuição de fluxo baseado na morfologia do terreno (Ak) foi o que melhor representou visualmente os diferentes padrões de dissecação da superfície, coincidindo com maior valor do coeficiente de variação do comprimento das vertentes L0. A hidrografia da carta topográfica 1:50.000 e a drenagem Af não refletiram a diferença dos padrões de dissecação encontrados na área de estudo, levantando ressalvas sobre sua utilização para esta finalidade.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2017.
Informações de Acesso e Conteúdo: Autorização concedida pelo chefe do Instituto de Geociências para disponibilização na Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM).
Aparece na Coleção:Geoprocessamento Ambiental



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