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dc.contributor.advisorMendes, Ana Magnólia Bezerra-
dc.contributor.advisorFacas, Emílio Peres-
dc.contributor.authorMaia, Anna Beatriz Assad-
dc.identifier.citationMAIA, Anna Beatriz Assad. Sofrer e adoecer: estudo com taquígrafos de uma organização pública. 2013. 44 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Psicodinâmica do Trabalho)—Universidade de Brasília, Brasília, 2013.en
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, 2013.en
dc.description.abstractA pesquisa em Psicodinâmica do Trabalho foi delineada para aferir risco de adoecimento patogênico no trabalho num grupo de taquígrafos parlamentares aplicando o IRIS (Inventário de Riscos de Sofrimento Patogênico no Trabalho) acompanhado de algumas questões abertas. A demanda surgiu da própria instituição que registrava oficialmente um número elevado de adoecimentos nessa categoria profissional. Participaram 70 taquígrafos. A análise das respostas do IRIS, submetidas a tratamento estatístico pelo SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), mostraram risco ausente no grupo analisado. As respostas às perguntas abertas, submetidas a análise categorial dedutiva1 (BARDIN, 1977) revelaram a presença de indignidade, mecanismos de defesa (negação, racionalização) e mobilização subjetiva. Formulamos a hipótese de que a coexistência de adoecimento, mecanismos de defesa e mobilização subjetiva no coletivo de trabalho talvez possam explicar termos encontrado risco de sofrimento patogênico ausente pela tabulação do IRIS numa amostra com elevados índices de absenteísmo. __________________________________________________________________________ ABSTRACTen
dc.description.abstractThis paper presents an analysis of the psychodynamics of work of parliamentary shorthand workers using the IRIS (Pathogenic Suffer Risk Inventory) and some openended questions. The demand for this research stemmed from the organization itself, given the large number of shorthand workers with history of illness. A group of seventy shorthand workers participated in the survey. Analysis of IRIS through SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) showed absence of risk for said group. Analysis of open-ended questions through categorical deductive analysis (BARDIN, 1977) showed different results: Besides reports of repeated sickness, the use of subjective mobilization strategies, the presence of psychological defensive strategies (rationalization and denial) and indignity feelings were also observed. By pooling the results with official absenteeism statistics, which were very high, a great discrepancy between self - reported illnesses and the official index were observed. The formulated hypothesis postulates that the coexistence of subjective mobilization, psychological defensive strategies and sickness in a working population creates a bias in IRIS questionnaires.en
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.subject.keywordTaquigrafiaen
dc.subject.keywordSaúde e trabalhoen
dc.subject.keywordDoenças profissionaisen
dc.subject.keywordTrabalho - aspectos psicológicosen
dc.subject.keywordPsicodinâmica do trabalhoen
dc.titleSofrer e adoecer : estudo com taquígrafos de uma organização públicaen
dc.title.alternativeSuffering and illness : study of shorthand workers of a public institutionen
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Especializaçãoen
dc.date.accessioned2014-03-28T00:38:51Z-
dc.date.available2014-03-28T00:38:51Z-
dc.date.issued2014-03-28T00:38:51Z-
dc.date.submitted2013-11-25-
dc.identifier.urihttp://bdm.unb.br/handle/10483/7257-
dc.language.isoPortuguêsen
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